‘Antifrágil’ em 16 tópicos

Rony Meisler lista os aprendizados extraídos da obra de Nassim Nicholas Taleb - o livro a ser lido nesta crise
  | Leitura: 2 min
17 de junho de 2020
antifrágil

O livro a ser lido nesta crise é “Antifrágil – Coisas que se beneficiam com o caos”, de Nassim Nicholas Taleb. Abaixo, um spoiler. Ou melhor, 16 spoilers:

1 – Frágil é aquilo que quebra sob pressão. Antifrágil é aquilo que, sob as mesmas condições, além de não quebrar, se torna mais resistente.

2 – Quando estamos frágeis, buscamos saber muito mais do que quando estamos antifrágeis. E quando achamos que sabemos mais do que sabemos, nos tornamos frágeis.

3 – O mundo está cada vez mais frágil por estar a cada vez mais compreensível.

4 – Os jardineiros entendem muito bem que as podas fortalecem as árvores, já os outros não entendem isso.

5 – Injetamos vacinas todos os anos para nos tornarmos mais fortes, mas não fazemos o mesmo no que diz respeito à política e à economia.

6 – Mais difícil lidar com a abundância do que com a escassez.

7 – Não colocar teoria em prática. Criar teoria a partir da prática.

8 – A satisfação nasce da necessidade; já o sucesso, da   dificuldade.

9 – Elimine as desvantagens, proteja-se dos danos e deixe as vantagens fazerem o seu trabalho.

10 – Prepare-se para o pior. O melhor cuida de si mesmo.

11 – Não há quase nada que se possa fazer com pressa e prudência ao mesmo tempo.

12 – Se você tiver estoque e caixa, você não precisará prever muita coisa. Se estiver endividado, precisará, e aí estará mais frágil.

13 – A volatilidade e a desordem nos fazem mais fortes pela capacidade de adaptação à mudança que criam em nós.

14 – Só devemos acreditar em formadores de opinião que se submetem pessoalmente às teses sobre as quais escrevem ou falam.

15 – Se um livro foi editado por mais de 10 anos é porque a tese dele é antifrágil. Quanto mais velho um produto, mais robusto ele é.

16 – O conhecimento cresce mais por subtração do que por acréscimo. O fracasso é mais confirmativo de teses do que o sucesso.

Clique aqui para ler outros textos da coluna Limonada.

inovação ou morte

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