A alfaiataria esportiva da Umbro

Marca tinha como propósito levar elegância ao esporte (e, de fato, muitos craques que 'jogavam de terno' vestiram Umbro)
  | Leitura: 3 min
31 de julho de 2020
umbro

Em 1934, na final da FA Cup britânica, o Manchester City venceu o Portsmouth por 2 a 1, no mítico estádio de Wembley, diante de 93.258 pessoas. Mas quem mais tinha motivos para comemorar eram os irmãos Harold e Wallace Humphreys, que vestiram as duas equipes. Ao lançarem uma marca de material esportivo dez anos antes, não poderiam imaginar que chegariam tão longe, e tão rapidamente. E era apenas o começo. Os “Hum Brothers” – eternizados como “Umbro” – ainda vestiriam equipes icônicas como as Seleções Brasileiras de 1958, 1970 e 1994, entre centenas de campeões.

A marca, originária de Manchester, tinha como propósito fazer alfaiataria para o esporte (e, de fato, muitos craques que “jogavam de terno” vestiriam Umbro). Observando o sucesso que o futebol fazia no começo do século na Inglaterra, perceberam que o campo era imenso. Naquela época, quase nenhuma tecnologia era aplicada às roupas esportivas. Foram pioneiros.

Com as penas do pica-pau como escudo, criamos o Reserva Woodpeckers na colabe com a Umbro

Aliaram o conceito da alfaiataria à urgência, prometendo entregar seus produtos em até 48 horas após as encomendas, e fundaram uma fábrica própria.  Harold havia trabalhado, desde os 13 anos, em indústrias têxteis, e já tinha a expertise.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Umbro interrompeu sua produção esportiva para participar do esforço de guerra. Saíram camisetas, shorts e chuteiras, entraram revestimentos para máscaras de gás.

Em Helsinque-1952, pela primeira vez toda a equipe olímpica britânica vestiria a marca; em 58, como já dito, seria a vez do Brasil, na Copa do Mundo; e, em 1966, no controverso título mundial inglês, a equipe da casa também vestia Umbro. A partir dos anos 70, o logo de Diamante Duplo passou a ser introduzido nos uniformes. Nos 90s, a criação da chuteira Speciali, com couro italiano, foi um evento à parte; em 2018, foi a vez da primeira chuteira de couro sem cadarço no mundo.

Com tanta história pra contar, um capítulo foi escrito com a Reserva +, numa colabe especialíssima.

– Quando começamos a desenhar essa colabe não pensamos duas vezes: “vamos criar o nosso próprio time de futebol”. Assim nasceu o Reserva Woodpeckers! O mascote foi, claro, o pica-pau – lembra Adriana Omena, diretora da Reserva+, núcleo de desenvolvimento de produtos em parceria com outras marcas. – A coleção teve como inspiração a atmosfera britânica dos anos 90, misturando o universo esportivo com o casual – diz.

As peças da colabe são repletas de referências retrô, como o color blocking de cores primárias na jaqueta windbreaker e no blusão de moletom. O mix ainda conta com shorts de nylon e calça jogger, ambos com o galão lateral clássico da Umbro. Destaque também pra polo esportiva manga longa e pros dois pares de tênis exclusivos.

Golaço. Clicando na foto abaixo, você vai direto para os itens da coleção.

Quer conhecer as histórias de outras marcas? Aqui falamos sobre a Vans; e aqui, sobre a New Balance.

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